top of page

Vamos conversar?

A escuta como caminho

Toda mudança psíquica começa por um gesto simples: dar lugar a uma escuta. Independentemente da fase da vida ou do lugar de onde se fala, há sempre algo que insiste — um mal-estar, uma repetição, uma pergunta que não cessa de se formular. A Psicanálise oferece um método para trabalhar aquilo que insiste.

Sou psicanalista e dedico-me a compreender os processos que estruturam a vida psíquica, acompanhando pessoas na elaboração de suas próprias histórias. Cada trajetória é singular e exige uma escuta atenta às particularidades que a constituem.

Fundamentada nos estudos de Sigmund Freud, a Psicanálise investiga desejos, sonhos e memórias que permanecem, em grande parte, inacessíveis à consciência. É um método que permite examinar aquilo que subjaz a certos incômodos emocionais — e, por vezes, também físicos —, abrindo caminho para um processo de autoconhecimento.

Embora minha formação tenha como base a tradição freudiana, reconheço a pertinência de outras abordagens teóricas. O que orienta o trabalho é a construção de um espaço de escuta rigoroso, ético e livre de julgamentos, no qual a experiência de cada pessoa possa ser examinada com profundidade.

Como se estrutura o processo

O trabalho parte da fala. Um espaço onde história, sintomas e angústias possam ser nomeados e articulados. A partir desse primeiro movimento, constrói-se, ao longo do processo, a possibilidade de novas leituras sobre si mesmo — não como resultado imediato, mas como efeito de um trabalho contínuo de elaboração.

Para quem reconhece esse chamado à mudança, a escuta psicanalítica se coloca como um espaço de possibilidade

©2030 

bottom of page