Há perguntas que parecem simples — e carregam dentro delas algo muito maior do que imaginamos. Por que, em culturas tão diferentes, em épocas tão distantes, em contextos tão diversos, a união entre homem e mulher continuou sendo o eixo em torno do qual a vida humana se organizou? Não por acaso. E não apenas por biologia. A resposta mais óbvia — a reprodução — é verdadeira, mas insuficiente. Seres humanos não se unem apenas para procriar. Unem-se para construir sentido. Para h